As ressacas da vida adulta

Se você, jovem adulto incauto, que chegou neste post e está achando que eu vou falar sobre as ressacas alcoólicas de cada tipo de bebida. Errr-rou! (com sonoplastia do Faustão, por gentileza). 

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Mesmo porque minhas ressacas hoje parecem que tenho dengue, demora 3 dias para passar e eu zero recomendo essa experiência. Aproveitem os 20 e poucos anos porque os 20 e muitos a gente tem que escolher melhor o que bebe, quando bebe e quanto bebe porque já não dá mais pra sofrer assim não, meu povo. 

Mas, first things first, o que é jovem adulto? 

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Eu, no auge dos meus 29 anos, de acordo com o Google, sou uma jovem adulta. E jovens adultos vão até aos 40 aninhos. Mas a bem da verdade, jovem adulto é quando a gente é aquele recém formado, começa a trabalhar, pagar as próprias contas e se sente muito do livre e independente, dá licença. 

Depois de uns 3,4 anos disso, a gente já percebe que tem várias chatices na vida adulta: boletos, burocracia, decisões chatinhas (que não necessariamente são difíceis, sabe? Só são chatinhas), planejamento financeiro, previdência privada…

E a vida segue, porque né, não tem jeito. Se chorar, vai ter que pagar os boletos chorando mesmo. E tatu do bem. 

Enfim, devaneio da vida adulta esclarecido, vamos falar sobre o que é essa ressaca da vida adulta? 

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Pra mim, essa é a sensação depois de um dia em que a vida adulta bateu forte. E bateu com aqueles problemas que você resolve e pensa que: caramba, sou eu a adulta da situação, bora resolver. 

É claro que a protagonista deste blog viveu algo pra contar né? Carro parou no meio da rua. Nada ligava. Desci do carro, peguei o triângulo, botei no meio da rua e voltei pro carro pra chamar o guincho.

Normal, isso já aconteceu comigo. E de jeitos piores, tipo, no meio de uma rua nos Jardins em São Paulo, indo pra uma reunião – que eu perdi, e fiquei 1 hora no meio da rua esperando o guincho. Enfim, já passei por isso. 

Mas depois disso, quando o carro já estava no local indicado, rolaram aquelas dúvidas: será que troco? Financio? Faço consórcio? Largo mão e só ando a pé? E fui dormir pensando nisso. A sensação quando eu acordei foi: caramba, que ressaca da noite anterior. Dessa overdose de adultice. 

E refletindo aqui, caramba, o tanto que isso acontece e a gente nem percebe. Tem dias que a vida bate com força e você só passa pela situação, decide, resolve, é, literalmente, o adulto da situação. E no dia seguinte bate aquela leseira, dificuldade de retomar a vida sabe? 

Enfim, essa é a minha ressaca adultinha. E não tem muito o que fazer. A vida acontece.

A gente só precisa pensar. O que me ajuda agora é pensar: o quanto esse fato vai afetar minha vida daqui 6 meses?

Se a resposta for: muito! Eu saco que vale a pena o desgaste pra pensar nas melhores opções pro momento.

Mas se a resposta for: você não vai nem lembrar disso! Eu respiro fundo e toco o barco. Aceita que dói menos e espera a próxima rasteira da vida. 

E assim seguimos. 

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