Você não está sendo produtivo, você só está muito ocupado!

Soa estranho ouvir isso, né?

Mas existe uma bela diferença entre estar ocupado e ser produtivo.

Produtividade é realizar o máximo de trabalho com o menor número de recursos possíveis.

Na teoria, é simples: é realizar aquilo que você planeja, dentro do seu cronograma, com os recursos que você tem disponíveis.

Na prática, o bagulho fica louco.

O primeiro desafio é organizar a sua rotina, especialmente em home office/isolamento social (não vou nem entrar no mérito de quem tem filhe porque aí é #vidaloca).

Sem sair de casa, mesmo pra quem já trabalhava em regime de home office, você podia sair de casa de boas: mercado, reuniões, academia, entretenimento (!!!). Agora, restritos em casa, é como se precisássemos equilibrar um monte de pratinhos: cuidar da casa, trabalhar (e ser produtivo), cuidar de quem vive com a gente, tempo pra cuidar da gente (exercícios, leitura, fazer coisas que você gosta sem a obrigação de produzir nada).

E AGORA?

Não tem fórmula mágica. Como tudo na vida. É buscar a melhor maneira de se organizar. A tecnologia pode ajudar e muito nesse processo de organização. Tem google agenda, trello, asana…

Aplicativo é o que não falta pra ajudar a gente nessa missão de organização de rotina.

Eu, como sou muito tecnológica, uso um planner de papel. Pra mim, funciona super bem. E eu planejo tudo mesmo nele: quando vou ao mercado, visitar meus pais, horário pra praticar exercícios, atividades que quero desenvolver ao longo do dia.

E te conto meu grande desafio das atividades: vivo um momento de empreender/buscar novos jobs. Poucos dias eu tenho horário pra entregar coisas. O que pode ser um risco caso eu queira dormir até tarde, ver um seriadinho no meio do dia, dar aquela procrastinada básica.

Não é fácil olhar pra trás e ver a cama bem arrumadinha te chamando pra ver this is us. Não tem jeito. Na hora que a motivação diminui, é a disciplina que toca o dia.

Então é isso. Pra mim são dois pontos: organização e disciplina. A motivação vem do que a gente ama fazer, aquilo que tem propósito. Os outros dois que fazem a gente concluir.

BELEZA! TÔ A MIL POR HORA NA PRODUTIVIDADE! E AGORA?

É aqui que mora uma armadilha. Pelo menos pra mim.

Estou sendo produtiva ou apenas enchendo a agenda de coisas, focando naquilo que não é prioridade, pra ter a sensação que estou fazendo algo mas na real, estou fazendo atividades acessórias?

Bam! Bug no sistema né?

Como este é um espaço autoral, eu conto da minha vidinha né? Rs

Eu já tive várias fases: de trabalhar mais de 12 horas por dia e produzir bastante. E também de trabalhar 12 horas produzindo o mesmo que se eu tivesse focado por 8 horas.

É uma grande pegadinha da vida, na real.

Eu percebi que me faltava era PRIORIDADE. Saber aquilo que a gente precisa fazer, ter senso de urgência (esse cara aqui é muito amigo da criatividade, sabia?) e saber dizer não.

Dizer não, isso não é prioridade e não cabe no meu planejamento. Tarefinha difícil e que é uma constante de evolução e aprendizado.

LEGAL! TIVE UMA SEMANA MEGA PRODUTIVA! E O FINAL DE SEMANA?

Como o cérebro da gente é um carinha que trabalha por repetição, pode ser que você caia na cilada de querer ser mega produtivo (trabalhando mermo), de segunda a segunda.

Dica da tia mari: não caia nessa.

Dê tempo pra você, pro seu corpo. Entenda que o ócio é importante. Tem o ócio criativo – quando a gente reduz distrações para uma atividade, como leitura, e o ócio distrativo – com muitos estímulos e que hipnotiza. Ambos são necessários para a manutenção da rotina de produtividade. Pelo menos pra minha.

E mesmo consciente disso, vivo acordando no final de semana e tendo angústica de: preciso estudar, produzir algo.

E como tudo na vida, tento buscar o equilíbrio. Se a semana foi mesmo muito cheia, exaustiva, eu sei que eu preciso dar essa folga pro meu cérebro. Mas se foi uma semana ok, não vejo problemas em dedicar umas 2 horas a alguma atividade como escrever ou estudar.

Tudo na vida é equilíbrio.

E referências. Por isso, vou compartilhar alguns conteúdos sobre produtividade que eu acho bacanas:

Produtividade na Rock Content

5 passos para ser mais produtivo hoje

Como aumentar a produtividade no trabalho

QUEM É VOCÊ?

Eu tenho o hábito de iniciar textos com perguntas, já reparou? [risos]

E eu escrevo como se eu tivesse conversando, mesmo porque é a minha maneira de botar pra fora tudo aquilo que fervilha na minha cabeça.

Isso é um pouco sobre mim. Coisas que entendi depois de me observar e dar voz às minhas preferências.

E se eu te perguntar: QUEM É VOCÊ?

E não me venha responder com seu nome completo, sua profissão, quem são seus pais/filhos.

Eu quero saber de você. O que existe dentro dessa potência aí.

Bugou né? Eu também buguei a primeira vez que eu precisei me apresentar sem apresentar minhas “titularidades”.

Quem é você quando tiramos tudo isso?

Pensa numa pergunta doída, é essa aí.

E sair da frente do espelho e olhar pra dentro pra enxergar aquilo que acontece dentro da gente, que só a gente vê e sente. E olha, tem coisa que não é bonita de ver não.

Afinal de contas, somos humanos.

E tudo aquilo que acontece nas profundezas, emerge.

Seja o bom, seja o ruim. Uma hora vai vir pra superfície.

E você tem duas opções: lidar ou lidar.

Não é um caminho retinho, uma escada com degraus bem definidos, está mais pra um diagrama de fluidez, em que tem hora que as coisas vão mais rápidas e hora que vão mais lentas. Horas mais turbulentas, horas mais calmas.

Mas você tem que lidar com o que rola aí dentro. Não tem opção.

Sabe aquilo tudo que você guardou debaixo do tapete, no fundo do armário porque tinha preguiça de dar um destino? A hora que ele ressurge, meu amô,  bagulho é louco.

E é aquilo: ninguém nasce sabendo quem é e nem como lidar com tudo que rola não. É um eterno aprendizado, puxa, aperta, solta, corre, caminha.

Tem dias que a gente se sente a mulher maravilha da plenitude e tem dias que a gente se sente a mosca do cocô do cavalo do bandido. Nada legal. Mas fica tranquile, vai passar.

Mas vai passar SE você se permitir perceber o que está rolando. SE você deixar sentir. SE deixar fluir.  Acolher a emoção. Lembrar que somos humanos e vamos sentir raiva, inveja, ciume e mais um monte de sentimentos negativos. E tatu do bem.

É saber se ouvir e se respeitar.

Respeitar o seu limite.

Quando a gente se ouve, se permite, entende o que precisa e o que quer fazer parece que o mundo encaixa de uma maneira diferente e isso reflete na gente como um todo, sabia?

Na forma como você se comunica com outras pessoas, nas escolhas mais simples como qual vai ser o almoço e qual livro vai ler, na maneira como se veste (eu amo esse assunto e outro dia eu falo mais sobre isso).

É isso. Não tem fórmula mágica. Tem auto-observação, tem análise, tem terapia (pra quem pode né?), tem papo com os amigues. É exercício diário.

Mas pra essa sexta do ano de agosto, século de 2020, a dica é: seja gentil com seu processo. Cada um tem seu tempo. Cada um evolui de um jeito. E tatu do bem.

Como anda a sua coragem?

Coragem, já faz tempo que eu quero falar sobre isso.

Mas nunca sabia como começar.

Desde que eu li A Coragem para Liderar, da Brené Brown, e depois vi os TEDs dela, esse assunto vai e volta da minha cabeça.

Primeiro porque eu nunca tinha pensado de fato sobre o que é ter coragem. Eu achava que era corajoso quem escalava montanhas, se desapega de tudo e vai morar do outro lado do mundo, faz vários esportes radicais. E eu não me considerava corajosa por isso.

Quando criança, fui um belo exemplo de neta de vó criada em apartamento: poucos ralados, nunca cai de bicicleta na rua porque eu não aprendi a andar de bicicleta, não dava estrelinha, nem virava de ponta cabeça e mal pulava corda.

Mas, já na adolescência, passei a ouvir que eu era corajosa.

Corajosa porque aos 14 anos fui estudar na cidade vizinha. Corajosa porque aos 17 anos fui fazer uma faculdade, desisti e voltei pra casa dos meus pais. Corajosa porque aos 18 anos eu sai de novo pra fazer a faculdade que eu iria me formar.

E ainda que percebesse que sair do lugar que estamos requeria doses de coragem, eu ainda não tinha sacado o que essa palavrinha significava.

Foi só quando eu conheci a Brené que essa chavinha virou e fez sentido pra mim.

Que coragem é nos despirmos de tudo aquilo que a gente tem certeza como funciona, a famosa zona de conforto (que eu prefiro chamar de zona de estagnação, como o Murilo Gun diz) e buscar o desconhecido. É perceber que ao ficarmos completamente vulneráveis que podemos experimentar, conhecer. Poder ser que dê tudo incrivelmente certo. Poder ser que dê tudo terrivelmente errado. Pode ser que seja só uma experiência interessante.

Foi quando eu entendi que a vulnerabilidade anda de mão dada com a coragem. Sem nos sentirmos vulneráveis às situações, não tem crescimento nem aprendizado, nem se jogar no mundo, entende?

E cuidado, vulnerabilidade é diferente do medo e a linha entre eles, pra mim, é muito tênue. O medo que nos avisa que algo pode dar errado é um sinal de alerta necessário e parte da nossa evolução, ele que nos ajuda a ficar vivos num mundo cheio de predadores. Mas ele não pode nos paralisar.

Eu continuo ouvindo das pessoas que eu sou corajosa. Especialmente nos últimos meses, afinal, eu sai de um emprego muito bacana com uma boa remuneração em busca do desconhecido. Me deparei com uma pandemia e um isolamento social que não acabam nunca.

Mas é ao me tornar vulnerável às intempéries da vida que eu me permito crescer como gente, profissional, mulher.

Hoje é a primeira segunda-feira de agosto de 2020. Se esse ano já tem sido uma loucura, o mês mais longo do ano não deve ser diferente. Então, que possamos ser corajosos e abraçar nossas vulnerabilidades. Quem sabe você não encontra o que você procura? 😉

Ah! E lembra aquela menina que não fazia nada? Agora ela vira de ponta cabeça, pula muita corda e tá até aprendendo a anda de bike.

este texto foi originalmente publicado no Medium.

Até que idade nós, mulheres, sofremos pressão estética?

Minha mãe contou que a minha avó de 90 anos tem dificuldade em ficar nua em frente às filhas porque o “corpo tá feio”. Minha mãe foi maravilhosa — como sempre — e disse que não observa bonito ou feio, afinal, é o corpo da mãe dela e é um verdadeiro templo, a origem da vida dela.

Faz horas que estou pensando nessa situação.

E são vários pontos. O primeiro é: em que momento a idade “anula” nossa identidade de gênero, em que passamos a ver a pessoa como velhinho, e não como um homem ou uma mulher adultos?

Em que idade fazemos a transição de mulher adulta para ser humano idoso sem conexão com a mulher que ela é? Passa a ser apenas a avó, a mãe, a dona de casa. Zero mulher.

Outro ponto é: até que idade sofremos com a pressão estética? Aparentemente, até 110 anos.

Doeu perceber que a minha matriarca sente a mesma pressão que eu em ter um corpo bonitão, ainda que um corpo idoso bonitão. Sofia Loren tá aí jogando pro mundo a boniteza dela. (e está certa, joga mais boniteza. Mas ela é um ponto fora da curva, ne?)

Em que momento não percebemos que nosso corpo nos acompanhou a vida toda, sofreu com a gente, cresceu, passou perrengue, viajou, estudou, trabalhou, andou por aí, dançou, deitou no sol, relaxou e exigimos que ele tenha o mesmo colágeno de 30 anos atrás?

Quantas vezes ao dia, mulheres do mundo todo, se olham no espelho e se odeiam? Em 2019, uma fundação australiana mostrou que 38% das meninas de 4 anos JÁ TEM QUESTÕES COM IMAGEM CORPORAL.

Crescemos achando que nossos corpos não cabem nos lugares que ocupamos. E nem tudo tem a ver com o tamanho. Tem a ver também com textura, aparência, dobras, falta de dobras, cabelo, cor…

E não é uma questão simplinha de olhar no espelho e querer mudar uma coisa ou outra. Tatu do bem querer mudar um pouquinho algo. O problema mesmo é deixar de fazer as coisas por conta do seu corpo ‘não estar pronto para ser visto’. Em qualquer idade. E pra qualquer situação.

Tatu do bem querer mudar. Mas não ta tudo bem colocar a vida no modo de espera pra alcançar o inalcançável.

Bora ressignificar esse corpo-parceiro que te leva pra cima e pra baixo e não esperar pelo corpo perfeito?

Este texto foi originalmente publicado no Medium.

Insights da Quarentena x o mundo lá fora

16 de março de 2020. Uma segunda-feira qualquer e eu tomei uma das decisões mais complexas da vida profissional: pedi desligamento do job que eu amava.

Em questão de segundos, planejei os 15 dias seguintes: vai dar pra deixar um monte de coisa pronta, procurar uma pessoa bacana, me preparar para caçar um trampo novo.

Ah a ingenuidade. Um MICRÓBIO, literalmente, mudou meus planos. 3 dias depois fomos colocados em home office, onde passei os últimos dias de job. Não rolou procurar ninguém, não rolou deixar tudo organizado porque a gente nem sabia o que estava acontecendo.

E cá estamos, há 50 dias em isolamento social, fazendo o que dá: estudando, lendo, cozinhando…

Nesse tempo, li um livro massa do Cortella — Por que fazemos o que fazemos — falando muito de trabalho, nossa relação com ele, como construímos nossa trajetória. Cada insight incrível!

Fiz também o curso de Reaprendizagem Criativa , do Murilo Gun, e mais uma surra de insight incrível, como se fossem várias nuvenzinhas se dissipando da mente, dando um monte de ideias.

E aí tive um tempo de juntar as ideias, organizar e olhei pra fora.

Cai lá do alto do monte dos sonhos!

Que porra de mundo é esse que vamos viver ein?

De um lado, a memória de uma vida corrida, tão próxima e tão distante. Do outro, um mundo estranho que ninguém sabe como vai ser. Com novas rotinas de protocolo de higiene e um mercado desconhecido.

E nós, como se tivessemos dado um pause na vida, olhamos pela janela tentando entender como viver nesse mundo pós pandêmico.

Embrace the chaos.

Literalmente.

Se eu esperava me reinventar pós última experiência profissional, a reinvenção vai ser muito maior.

Ao invés de me jogar lá de cima, estou aqui organizando os equipamentos para desbravar esse mundo novo, ainda que em pausa.

Uma coisa é certeira, aquele mundo que a gente conhecia, virou memória do passado. O que será de nós nesse novo mundo? Ou melhor: o que nós faremos com esse novo mundo?

Este texto foi primeiro compartilhado no Medium. Link original: https://medium.com/@marianapazzine/insights-da-quarentena-x-o-mundo-l%C3%A1-fora-6045dd908949

Fale sobre você (exemplo de post)

Este é um exemplo de post, publicado originalmente como parte da Blogging University. Inscreva-se em um dos nossos 10 programas e comece o seu blog do jeito certo.

Você vai publicar um post hoje. Não se preocupe com a aparência do seu blog. Não tem problema se você ainda não tiver dado um nome para ele ou se parecer complicado. Basta clicar no botão “Novo post” e dizer por que você está aqui.

Por que fazer isso?

  • Para contextualizar novos leitores. Qual seu objetivo? Por que as pessoas deveriam ler seu blog?
  • Isso ajudará você a se concentrar nas suas próprias ideias para seu blog, bem como o que você pretende com ele.

O post pode ser curto ou longo, uma introdução à sua vida ou uma declaração de missão para o blog, um manifesto para o futuro ou um simples resumo dos tópicos que você planeja publicar.

Para ajudar você a começar, confira algumas perguntas:

  • Por que você está fazendo um blog público, em vez de manter um diário pessoal?
  • Sobre quais assuntos você quer escrever?
  • Com quem você gostaria de se conectar por meio do blog?
  • Se você usar o blog direitinho durante o próximo ano, o que espera conquistar?

Você não precisa se ater a nada disso. Uma das partes mais interessantes sobre os blogs é que eles evoluem constantemente enquanto aprendemos, crescemos e interagimos uns com os outros, mas é sempre bom saber de onde e por que você começou. Além disso, organizar seus objetivos pode dar ideias para outros posts.

Não sabe por onde começar? Escreva o que vier primeiro à cabeça. Anne Lamott, autora de um livro sobre escrita que amamos, diz que você precisa se permitir escrever um “primeiro esboço ruim”. Anne tem razão. Comece a escrever e se preocupe em editar depois.

Quando estiver tudo pronto para publicar, selecione de três a cinco tags que descrevam o foco do seu blog, como escrita, fotografia, ficção, maternidade, gastronomia, carros, filmes, esportes ou o que for. Essas tags ajudarão as pessoas que se interessam por esses tópicos a encontrar seu blog no Leitor. Não deixe de incluir a tag “zerotohero” para que novos blogueiros também encontrem você.

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